Duas irmãs. Uma batalha. Uma vencedora.
Becca, a mais velha. Leonnor, a do meio. Princeton, o mais novo.
Uma dinastia com segredos, histórias e amores. Duas irmãs lutando pelo trono.
" O ódio, o pavor, o desejo insano. As brigas, as intrigas, os desentendimentos. Tudo aquilo numa atmosfera eletrizante do século XV. Emocionante e apaixonante."
S. D. P. (minha professora de literatura)
" Mostra total a decadência da mulher. Realmente sinto na pele o horror que era a higiene, a hospitalidade e indelicadeza das épocas antigas quando leio."
A. E. C. (uma das minhas amigas)
Agora eu vou explicar pra vocês. Eu sempre amei ler e sempre amei a literatura tanto brasileira quanto inglesa (sim, eu AMO literatura inglesa e principalmente antiga).
Num trabalho proposto pela minha professora, eu teria que ler um livro e depois escrever uma crônica sobre ele. Bom... Como sempre fui muito apaixonada (como eu já disse) pela literatura, resolvi além de escrever a tal crônica, escrever um início para uma história baseada no livro que eu li. Que por acaso era as crônicas de gelo e fogo, que para quem não sabe tem umas oitocentas páginas.
Segue o início:
" Era inverno. As folhas nas árvores não existiam mais. A única coisa que resistia era a mancha vermelha de sangue na gélida neve branca acetinada. Becca era esperta e sínica. A única coisa que eu me lembrava dela. Seus cabelos loiros demonstravam a inocência que seu interior não conseguia exalar.
Leonnor, a irmã mais gentil que eu pudera ter. Ela tinha os cabelos negros púrpuras com um brilho radiante que mostrava certa raiva, um sentimento que ela nunca pudera ter.
As interferências entre minhas irmãs eram radicalmente vistas por todos que as conheciam bem. Mas para o povo, elas eram conhecidas como Becca, a delicada, e Leonnor, a ignorante. O que na verdade, era completamente o contrário...
Lembro muito claramente de um dia em que Leonnor me levou para passear pela ponte acima do lago Dreunis. Ela acariciava meus cabelos cor de mel e dizia que me amava muito, muito mesmo. Chegou um certo momento em que ela pegou-me no colo e se assegurou de que eu não ia cair, apoiando-me na bancada da ponte. Sinto um vento frio e ela me abraça fortemente. Depois disso eu não me lembrara mais, o que é estranho, pois eu tenho um forte pressentimento de que aquele momento com Leonnor era pura verdade.
Outro momento de que me lembro muito, é o em que Becca segura meu braço e puxa-me ao canto. Seu sorriso singelo não consegue me assegurar de que ela havia mudado para o bem, mesmo após papai dizer que ela emprestara dinheiro aos pobres.
_ Acredite em mim, Prince, eu estou presa, presa de verdade, acredite em mim!_ Ela enlouquece ligeiramente e depois volta ao normal, mas de certa forma, não parecia não ser ela.
Ela dá alguns passos em direção a escadaria do castelo, mas logo depois dá meio passo de volta e agarra em meu pescoço, sufocando-me. E, novamente, acordo como se fosse um sonho. Mas com a mesma certeza de que eu havia vivenciado aquele momento."
Minha vida causou diversos prejuízos em mim mesma. Quando penso em contos, realmente chego a acreditar que aquilo possa acontecer comigo de verdade. Embarque nessas loucas aventuras de uma mente sem limites!
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segunda-feira, 9 de julho de 2012
Becca e Leonnor: O início
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Becca e Leonnor
terça-feira, 19 de junho de 2012
Imagens sombrias # 1 - Relíquias
_ Mas o quê...?_ Pergunta minha mãe sem nem terminar.
Meu irmão, Isaac, deve ter feito outra burrada, afinal, ele não cansava de fazer isso. Depois que nós nos mudamos e ele ficou sem seus "amigos" e seus espaços de brincadeira, como o quintal e a varanda, por comprarmos uma casa bem menor que a anterior, meu irmão desastrado vivia tentando arrumar um jeito de brincar mesmo dentro de casa. Mas a bola não deu certo, o pião não deu certo e agora saberia o que também não havia dado certo.
Ao chegar na sala e vê-la toda suja de respingos de tinta nas paredes, cortinas, nos móveis e no carpete, com minha mãe aos gritos e sem ação imediata, pego Isaac no colo, enquanto ele pintava um papel já todo encharcado de tintas misturadas e o levava com um pincel na mão respingando em minha roupa limpa para o banheiro.
Chegando no banheiro, começo a tirar sua roupa e o coloco embaixo do chuveiro já ligado na água gelada, o fazendo grunhir de nervoso.
_ Quem mandou? Isaac, você não é mais bebê. Pode tomar seu banho sozinho._ Digo a ele o deixando com a bucha na mão cheia de sabonete líquido.
Me esquio passando pela porta do porão seguindo para a escada e a subo em direção ao meu quarto. Ao entrar nele, deparo com minha imagem no espelho com a roupa repleta de pingos de tinta. Ai, como eu odiava aquele espelho em frente a porta... Dava-me calafrios. Mas foi útil naquele momento. Eu pude ver-me suja antes de adentrar no meu quarto assim podendo ir ao banheiro do segundo andar sem ter muitos esforços.
Preguiçosa como sempre, já que a cadeira de rodas higiênica da minha bisavó que morava com a gente estava dentro do chuveiro, sentei ali mesmo e banhei-me tranquilamente.
Sai sentindo-me tão limpa e confortável, que só fui perceber minha bisa chamando-me quando estava no primeiro degrau.
_ O quê bisa?_ Pergunto meio incômoda e sem vontade de saber, segurando a toalha na cabeça com uma mão e com a outra a toalha que enrolava meu corpo. Minha mãe sobe acelerada as escadas e segue em direção ao quarto da bisa atropelando-me no meio da escada.
Ela me olha com uma cara zangada da porta do quarto da bisa e coloca suas mãos na cintura as envolvendo enquanto bate o pé. Sim, isso significava que ela precisava de ajuda, minha bisa poderia estar querendo ir ao banheiro.
Vou até seu quarto ajudar minha mãe e nos revezamos no movimento de puxa e solta a minha bisavó até ela conseguir ficar em pé para se alimentar. Ela era encamada, e isso era uma dificuldade rotineira da minha vida. Todos os dias eu a ajudava a se levantar e a se sentar, alimentar, deitar... Enfim, eu fazia de tudo um pouco. Mas é que as vezes isso cansava, eu quase não tinha vida social.
Na escola eu não conhecia ninguém. Mas também, eu cheguei na cidade a poucas semanas e já tinha faltado duas. Não tinha como eu ter amigos.
Já na rua, eu só tinha algumas aparições ao ir ver minha mãe ir para o trabalho e a ajudante chegar para tomar conta da minha avó. E foi numa dessas aparições que eu conheci o vizinho legal da frente. Ele ajudou minha mãe a recolher algumas coisas que ela deixara cair da bolsa um dia desses antes de sair para o trabalho. Enquanto ele ia para a escola, eu ficava em casa ajudando minha bisa e tomando conta das estripulias de Isaac.
Já estava ficando de noite e eu estava lendo um livro sentada na bancada da janela do meu quarto. Foleando meio que com incerteza, pois era tão chato que chegava a dar sono.
Eu tinha encontrado esse livro numa das caixas que chegara a poucos dias, deveria estar na estante da antiga casa na qual eu nunca mexia. Enquanto foleava, o sol baixava e a iluminação do meu quarto foi o fino feixe de luz que vinha do poste a frente da casa. O quarto todo escuro era confortador e acomodante. A luz clara e escondida mirava diretamente no livro, facilitando sua leitura. Em voz baixa tentava entender as escritas antigas.
Continuei folheando até encontrar uma foto estranha e que tinha seus olhos furados. A foto não era tão pequena, não chegava a ser uma 3x4, mas também não era grande. Os furos assustaram-me, fazendo pular da bancada e largar o livro, que caiu da janela a fora. E enquanto isso saía de sua casa o vizinho gentil, que olhou para a janela do meu quarto, com a mão em cima do olhar, para ver quem estava ali. Saio da sua visão e sigo correndo a porta do quarto a forçando para abrir, ela tinha sérios problemas e precisava de um óleo para lubrificar as vergas. Desço as escadas e chego no final ofegante. Saio correndo para a porta de entrada e quando a abro encontro o vizinho bem na cara da porta com o livro na mão e o braço esticado para tocar a campainha.
Envergonhado, ele leva o braço até a cabeça e a afaga um pouco. Sorrio leve e ele estanca um sorriso maior no rosto, devolvendo o livro.
_ É..._ Diz ele esperando algo enquanto colocava as duas mão no bolso.
Ao perceber o que ele queria, estendo minha mão para um aperto.
_ Obrigada._ Após um tempo e depois de ele apertar minha mão, apresento-me._ Prazer, London.
Ele sorri de novo tirando a outra mão do bolso e afagando a cabeça novamente.
_ Freddie._ Diz ele envergonhado, mas eu sabia que eu estava ainda mais envergonhada.
Enquanto continuávamos nos entreolhando assustados com o impacto do momento, só pensava na foto e em quem poderia ser a pessoa fotografada.
# CONTINUA EM BREVE
Meu irmão, Isaac, deve ter feito outra burrada, afinal, ele não cansava de fazer isso. Depois que nós nos mudamos e ele ficou sem seus "amigos" e seus espaços de brincadeira, como o quintal e a varanda, por comprarmos uma casa bem menor que a anterior, meu irmão desastrado vivia tentando arrumar um jeito de brincar mesmo dentro de casa. Mas a bola não deu certo, o pião não deu certo e agora saberia o que também não havia dado certo.
Ao chegar na sala e vê-la toda suja de respingos de tinta nas paredes, cortinas, nos móveis e no carpete, com minha mãe aos gritos e sem ação imediata, pego Isaac no colo, enquanto ele pintava um papel já todo encharcado de tintas misturadas e o levava com um pincel na mão respingando em minha roupa limpa para o banheiro.
Chegando no banheiro, começo a tirar sua roupa e o coloco embaixo do chuveiro já ligado na água gelada, o fazendo grunhir de nervoso.
_ Quem mandou? Isaac, você não é mais bebê. Pode tomar seu banho sozinho._ Digo a ele o deixando com a bucha na mão cheia de sabonete líquido.
Me esquio passando pela porta do porão seguindo para a escada e a subo em direção ao meu quarto. Ao entrar nele, deparo com minha imagem no espelho com a roupa repleta de pingos de tinta. Ai, como eu odiava aquele espelho em frente a porta... Dava-me calafrios. Mas foi útil naquele momento. Eu pude ver-me suja antes de adentrar no meu quarto assim podendo ir ao banheiro do segundo andar sem ter muitos esforços.
Preguiçosa como sempre, já que a cadeira de rodas higiênica da minha bisavó que morava com a gente estava dentro do chuveiro, sentei ali mesmo e banhei-me tranquilamente.
Sai sentindo-me tão limpa e confortável, que só fui perceber minha bisa chamando-me quando estava no primeiro degrau.
_ O quê bisa?_ Pergunto meio incômoda e sem vontade de saber, segurando a toalha na cabeça com uma mão e com a outra a toalha que enrolava meu corpo. Minha mãe sobe acelerada as escadas e segue em direção ao quarto da bisa atropelando-me no meio da escada.
Ela me olha com uma cara zangada da porta do quarto da bisa e coloca suas mãos na cintura as envolvendo enquanto bate o pé. Sim, isso significava que ela precisava de ajuda, minha bisa poderia estar querendo ir ao banheiro.
Vou até seu quarto ajudar minha mãe e nos revezamos no movimento de puxa e solta a minha bisavó até ela conseguir ficar em pé para se alimentar. Ela era encamada, e isso era uma dificuldade rotineira da minha vida. Todos os dias eu a ajudava a se levantar e a se sentar, alimentar, deitar... Enfim, eu fazia de tudo um pouco. Mas é que as vezes isso cansava, eu quase não tinha vida social.
Na escola eu não conhecia ninguém. Mas também, eu cheguei na cidade a poucas semanas e já tinha faltado duas. Não tinha como eu ter amigos.
Já na rua, eu só tinha algumas aparições ao ir ver minha mãe ir para o trabalho e a ajudante chegar para tomar conta da minha avó. E foi numa dessas aparições que eu conheci o vizinho legal da frente. Ele ajudou minha mãe a recolher algumas coisas que ela deixara cair da bolsa um dia desses antes de sair para o trabalho. Enquanto ele ia para a escola, eu ficava em casa ajudando minha bisa e tomando conta das estripulias de Isaac.
Já estava ficando de noite e eu estava lendo um livro sentada na bancada da janela do meu quarto. Foleando meio que com incerteza, pois era tão chato que chegava a dar sono.
Eu tinha encontrado esse livro numa das caixas que chegara a poucos dias, deveria estar na estante da antiga casa na qual eu nunca mexia. Enquanto foleava, o sol baixava e a iluminação do meu quarto foi o fino feixe de luz que vinha do poste a frente da casa. O quarto todo escuro era confortador e acomodante. A luz clara e escondida mirava diretamente no livro, facilitando sua leitura. Em voz baixa tentava entender as escritas antigas.
Continuei folheando até encontrar uma foto estranha e que tinha seus olhos furados. A foto não era tão pequena, não chegava a ser uma 3x4, mas também não era grande. Os furos assustaram-me, fazendo pular da bancada e largar o livro, que caiu da janela a fora. E enquanto isso saía de sua casa o vizinho gentil, que olhou para a janela do meu quarto, com a mão em cima do olhar, para ver quem estava ali. Saio da sua visão e sigo correndo a porta do quarto a forçando para abrir, ela tinha sérios problemas e precisava de um óleo para lubrificar as vergas. Desço as escadas e chego no final ofegante. Saio correndo para a porta de entrada e quando a abro encontro o vizinho bem na cara da porta com o livro na mão e o braço esticado para tocar a campainha.
Envergonhado, ele leva o braço até a cabeça e a afaga um pouco. Sorrio leve e ele estanca um sorriso maior no rosto, devolvendo o livro.
_ É..._ Diz ele esperando algo enquanto colocava as duas mão no bolso.
Ao perceber o que ele queria, estendo minha mão para um aperto.
_ Obrigada._ Após um tempo e depois de ele apertar minha mão, apresento-me._ Prazer, London.
Ele sorri de novo tirando a outra mão do bolso e afagando a cabeça novamente.
_ Freddie._ Diz ele envergonhado, mas eu sabia que eu estava ainda mais envergonhada.
Enquanto continuávamos nos entreolhando assustados com o impacto do momento, só pensava na foto e em quem poderia ser a pessoa fotografada.
# CONTINUA EM BREVE
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sexta-feira, 8 de junho de 2012
Lamentos no corredor da escola #2
Pego no braço de Desiree, que se vira rapidamente para mim. Ela olha bem minhas olheiras instantâneas, nos meus cabelos bagunçados e nas minhas roupas mal recolocadas.
_ Meu Deeeeeeeeeeeus!_ Exclama, exagerada, Desiree._ Um corretivo, alguém tem?
Sabia que não podia contar isso a ninguém, já que era óbvio que Desiree era super escandalosa.
_ Calma..._ Falo baixo.
_ Vamos no banheiro consertar isso ae._ Diz ela tranquila._ Ele deve ter te falado que você bombou em biologia, né?
Sem ter escapatória, resolvo esconder completamente a verdade.
_ Sim, foi isso.
Quando chegamos no banheiro, Desiree continua falando sobre eu ter bombado em biologia.
_ Coitadinha amiga, você ainda não tá acostumada, né? Mas isso é normal, depois você recupera.
Eu sorrio frigidamente enquanto ela enche meu rosto de maquiagem.
Saindo do banheiro, Desiree e eu seguimos ao seu armário para ela poder guardar sua maquiagem antes de seguirmos para a próxima aula.
Chegando na sala de aula, dá-me calafrios vê-la novamente. O chão, as cortinas, as janelas pela qual ninguém vira nem percebera nada. A porta que Desiree fechou ao sair antes de tudo acontecer. Como isso fazia-me um mal...
Melody, a popular, entra na sala e tudo muda de estação. Seu papo com Cathy era sobre Ryan e Annabeth.
_ Qual era mesmo o casal revelação da escola dos últimos tempos?_ Pergunta Melody a Cathy, a provocando. Já que esta estava distraída.
Sim, Melody e Cathy, as duas bitches amigas, eram as maiores fofoqueiras da escola. Sempre atrás de novos murmurinhos sobre novos casais do colégio. E, quando Annabeth e Ryan provocaram olhares assutados e repugnantes para eles dois enquanto se beijavam, Cathy e Melody eram as primeiras a verem e tratarem de comentar para todo o resto da escola.
#
Já era o outro dia. Quando voltei para casa naquele dia, tudo em que pensara no caminho foi em Ryan e Annabeth juntos, esquecendo de tudo o que havia ocorrido depois.
Chegando na escola, avisto Desiree no meio de um povão em volta do mural da escola. As notas do bimestre devem ter saído.
Aproximo-me vagarosamente, com medo e extremamente duvidosa. Será que o professor havia mexido em minhas notas? Eu, por acaso, deveria continuar chamando-o assim? Professor ou cafajeste estuprador?
Desiree vira-se para mim, saindo do meio da bagunça. Ela se aproxima e segura-me pelos braços.
_ Bombei em química, matemática um e dois e também em física._ Diz ela, logo depois me abraçando forte.
_ Como você disse ontem, depois a gente recupera._ Consolo ela.
_ Ih, é... Nem vi as suas notas. Vai lá ver.
Quando consigo finalmente passar para dentro do bolo de alunos em torno do mural, vejo minhas notas e percebo que não bombei em nada, nada mesmo.
_ Então? E aí? Bombou?_ Preocupasse, Desiree.
_ Não._ Engulo em seco._ Tirei dez.
_ Dez? Em qual matéria?
_ Biologia.
# CONTINUA EM BREVE
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Lamentos no corredor da escola
Lamentos no corredor da escola #1
Se um dia ele realmente olharia para mim? Acredito que não. Às vezes até acho que ele prefere meninos a meninas. Muitas poucas vezes o vejo com garotas. Sempre no meio de seus amigos do time de basquete, de futebol, de natação...
Ele é popular, sabe? Ele é mega popular. O melhor nadador e skatista da cidade.
Só eu mesmo para gostar dele... Mas eu duvido que só eu não tenha resistido aos seus olhos verdes...
#
Andando pelos corredores da escola, pela segunda vez vejo Ryan conversando com Annabeth. Essa foi a primeira vez que o vi com uma garota não popular.
Annabeth era do grupo de xadrez, usava roupas econômicas e reutilizadas e ainda óculos e aparelho.
Tinha que haver um outro motivo para ele estar conversando com ela. Não podiam ser namorados. Ele poderia estar bombando em uma matéria e estaria pedindo ajuda. Poderia também estar em algum trabalho de grupo em que eles estariam forçados a fazerem juntos... Várias ideias, somente uma resposta.
Sigo lamentando pelo corredor a procura de respostas. Desiree, minha amiga, passa por mim e pega-me pelo braço a fim de levar-me a aula de biologia imediatamente.
Chegando lá, o professor ainda não havia entrado, então a bagunça rolava solta dentro da sala. Sento-me num lugar a frente da sala e percebo que Annabeth não se encontrava lá. Assustada, resolvo olhar para trás a procura dela. Ouço aumentar os murmurinhos ao meu lado esquerdo, quando olho eram só as garotas falando de maquiagem. Mas, quando olho para mais atrás delas, várias pessoas soltavam uns gritinhos nervosos.
Annabeth estava beijando Ryan.
Meu coração foi até a boca mais resolveu voltar. Só não sai chorando dali porque o professor entrou na sala esbaforando a matéria.
Ele percebe que eu limpava rapidamente minhas lágrimas que teimavam em escorrer no meu rosto, mas não faz nada em relação a isso.
No final da aula, o professor me surpreende.
_ Lorena? Tem como você ficar aqui?_ Pergunta ele, continuando._ Preciso lhe dizer uma coisa.
Espero todos saírem da sala, até mesmo Desiree, meio que forçada.
_ Sim, professor._ Digo.
_ As suas notas... Eu não sei o que dizer sobre elas. Estão abaixando.
Engulo em seco. Meus olhos ainda deveriam estar vermelhos, afinal, chorei a aula toda e ainda tive que ver Ryan deixar a sala de mãos dadas com Annabeth.
O professor se aproxima de mim e carinhosamente toca em meu rosto, desrespeitando-me.
_ Professor..._ Suplico.
_ Acho que..._ Ele acaricia novamente meu rosto._ Esse é o único jeito de você aumentar suas notas.
Sem muito tempo para agir contra, o professor puxa-me e arranca de mim um beijo que guardara a vida toda para Ryan.
Começo a tentar gritar, mas estava com ele agarrado em minha garganta.
Foi tudo tão rápido. E eu olhando para a janela esperando que alguém no recreio olhasse para a sala e visse a violação.
Quando ele me deixou sozinha lamentando na sala de aula, viro-me para a porta e ajeito minha roupa chorando incessantemente. Tudo o que menos queria que acontecesse fosse isso. Já não bastava eu estar lamentando no corredor de manhã por ver Ryan com Annabeth, agora eu lamentaria por ter sido violada.
# CONTINUA EM MUITO BREVE
Ele é popular, sabe? Ele é mega popular. O melhor nadador e skatista da cidade.
Só eu mesmo para gostar dele... Mas eu duvido que só eu não tenha resistido aos seus olhos verdes...
#
Andando pelos corredores da escola, pela segunda vez vejo Ryan conversando com Annabeth. Essa foi a primeira vez que o vi com uma garota não popular.
Annabeth era do grupo de xadrez, usava roupas econômicas e reutilizadas e ainda óculos e aparelho.
Tinha que haver um outro motivo para ele estar conversando com ela. Não podiam ser namorados. Ele poderia estar bombando em uma matéria e estaria pedindo ajuda. Poderia também estar em algum trabalho de grupo em que eles estariam forçados a fazerem juntos... Várias ideias, somente uma resposta.
Sigo lamentando pelo corredor a procura de respostas. Desiree, minha amiga, passa por mim e pega-me pelo braço a fim de levar-me a aula de biologia imediatamente.
Chegando lá, o professor ainda não havia entrado, então a bagunça rolava solta dentro da sala. Sento-me num lugar a frente da sala e percebo que Annabeth não se encontrava lá. Assustada, resolvo olhar para trás a procura dela. Ouço aumentar os murmurinhos ao meu lado esquerdo, quando olho eram só as garotas falando de maquiagem. Mas, quando olho para mais atrás delas, várias pessoas soltavam uns gritinhos nervosos.
Annabeth estava beijando Ryan.
Meu coração foi até a boca mais resolveu voltar. Só não sai chorando dali porque o professor entrou na sala esbaforando a matéria.
Ele percebe que eu limpava rapidamente minhas lágrimas que teimavam em escorrer no meu rosto, mas não faz nada em relação a isso.
No final da aula, o professor me surpreende.
_ Lorena? Tem como você ficar aqui?_ Pergunta ele, continuando._ Preciso lhe dizer uma coisa.
Espero todos saírem da sala, até mesmo Desiree, meio que forçada.
_ Sim, professor._ Digo.
_ As suas notas... Eu não sei o que dizer sobre elas. Estão abaixando.
Engulo em seco. Meus olhos ainda deveriam estar vermelhos, afinal, chorei a aula toda e ainda tive que ver Ryan deixar a sala de mãos dadas com Annabeth.
O professor se aproxima de mim e carinhosamente toca em meu rosto, desrespeitando-me.
_ Professor..._ Suplico.
_ Acho que..._ Ele acaricia novamente meu rosto._ Esse é o único jeito de você aumentar suas notas.
Sem muito tempo para agir contra, o professor puxa-me e arranca de mim um beijo que guardara a vida toda para Ryan.
Começo a tentar gritar, mas estava com ele agarrado em minha garganta.
Foi tudo tão rápido. E eu olhando para a janela esperando que alguém no recreio olhasse para a sala e visse a violação.
Quando ele me deixou sozinha lamentando na sala de aula, viro-me para a porta e ajeito minha roupa chorando incessantemente. Tudo o que menos queria que acontecesse fosse isso. Já não bastava eu estar lamentando no corredor de manhã por ver Ryan com Annabeth, agora eu lamentaria por ter sido violada.
# CONTINUA EM MUITO BREVE
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domingo, 13 de maio de 2012
Meastron Máfia;
Teaser 2#
_ Eliott... Case-se com ela por favor, você vai amá-la no final das contas..._ Tento fazê-lo mudar de ideia. Afinal, Meastron que é Meastron de verdade sempre tenta fazer as pessoas mudarem de ideia.
Levanto do sofá e vou ao seu encontro e seguro em seu braço enquanto ele olha para a janela e eu para seus lindos olhos azuis royal..
_ Não é tão fácil assim, Bridge._ Diz ele virando-se para mim.
_ Por que não seria tão fácil assim como você diz?_ Pergunto enquanto largo seu braço e cruzo os meus._ Você é mesmo um bobalhão inseguro que bebe pra se consolar.
_ Não diga assim..._ Diz ele com a foz ficando fanha._ É que o problema não é eu não amá-la, na verdade, o problema é eu amar outra pessoa...
Assusto-me, descruzo os braços e tento mudar de assunto, afinal, não teria como fazê-lo mudar de ideia, ele era um Meastron de puro sangue azul.
_ Sabe, meu vestido não tem cara mesmo de irmã de noivo... Guardarei ele para uma ocasião mais... Ousada, como uma festa. Que tal?_ Convenço ele de que estou ao seu lado, de que não quero que ele se case com quem ele não ama, mas, na verdade, estava aflita pois não sabia o que Selly, minha amiga, iria achar disso.
Ele abraça-me deixando-me sufocada em seu terninho de ficar em casa ou de saídas mais casuais.
_ Obrigada, melhor irmã do mundo..._ Ele sussurra em meu ouvido.
_ De nada, irmão mais confuso do mundo..._ Sussurro de volta.
Ele afasta-se do abraço e segura meus ombros com suas mãos, sendo que uma continuava com um copo de uísque.
_ Eu não quero que você conte para a mamãe nem para o papai sobre eu estar apaixonado por outra, quero só que você diga que eu não gosto dela.
_ Então você é gay? Não é outra, é outro?_ Pergunto de gozação.
_ Para de brincadeira. E nunca mais m chame de gay, muito menos de bobalhão alcoólatra.
Rio insanamente.
_ Eu amo você._ Digo pela primeira vez a um dos meus cinco irmãos que amava eles.
_ Também._ Responde tranquilo e volta a abraçar-me.
Estava aterrorizada por Eliott estar apaixonado por outra garota, afinal, ele sempre gostou de Selly, ou será que era mentira e na verdade ele sempre gostasse de outra que não fizesse parte da máfia, por isso não podia contar a verdade?
CONTINUA EM BREVE
_ Eliott... Case-se com ela por favor, você vai amá-la no final das contas..._ Tento fazê-lo mudar de ideia. Afinal, Meastron que é Meastron de verdade sempre tenta fazer as pessoas mudarem de ideia.
Levanto do sofá e vou ao seu encontro e seguro em seu braço enquanto ele olha para a janela e eu para seus lindos olhos azuis royal..
_ Não é tão fácil assim, Bridge._ Diz ele virando-se para mim.
_ Por que não seria tão fácil assim como você diz?_ Pergunto enquanto largo seu braço e cruzo os meus._ Você é mesmo um bobalhão inseguro que bebe pra se consolar.
_ Não diga assim..._ Diz ele com a foz ficando fanha._ É que o problema não é eu não amá-la, na verdade, o problema é eu amar outra pessoa...
Assusto-me, descruzo os braços e tento mudar de assunto, afinal, não teria como fazê-lo mudar de ideia, ele era um Meastron de puro sangue azul.
_ Sabe, meu vestido não tem cara mesmo de irmã de noivo... Guardarei ele para uma ocasião mais... Ousada, como uma festa. Que tal?_ Convenço ele de que estou ao seu lado, de que não quero que ele se case com quem ele não ama, mas, na verdade, estava aflita pois não sabia o que Selly, minha amiga, iria achar disso.
Ele abraça-me deixando-me sufocada em seu terninho de ficar em casa ou de saídas mais casuais.
_ Obrigada, melhor irmã do mundo..._ Ele sussurra em meu ouvido.
_ De nada, irmão mais confuso do mundo..._ Sussurro de volta.
Ele afasta-se do abraço e segura meus ombros com suas mãos, sendo que uma continuava com um copo de uísque.
_ Eu não quero que você conte para a mamãe nem para o papai sobre eu estar apaixonado por outra, quero só que você diga que eu não gosto dela.
_ Então você é gay? Não é outra, é outro?_ Pergunto de gozação.
_ Para de brincadeira. E nunca mais m chame de gay, muito menos de bobalhão alcoólatra.
Rio insanamente.
_ Eu amo você._ Digo pela primeira vez a um dos meus cinco irmãos que amava eles.
_ Também._ Responde tranquilo e volta a abraçar-me.
Estava aterrorizada por Eliott estar apaixonado por outra garota, afinal, ele sempre gostou de Selly, ou será que era mentira e na verdade ele sempre gostasse de outra que não fizesse parte da máfia, por isso não podia contar a verdade?
CONTINUA EM BREVE
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Meastron Máfia
Labirinto dos ilusionistas, prisão dos realistas
Continuação: Concretize tudo aquilo com o qual sonhei
_ Vamos pequena, você sabe demais..._ Diz o padrasto de Alexander. Logo depois os morcegos largam o espelho enorme no chão e saem em disparada na minha direção. Começam a rodear-me até eu cair desacordada no chão.
Nem sei quanto tempo já passou, só sei que agora eu estava acordando devagar presa em um calabouço medieval estranho.
As paredes de rochas esponjosas e uma grade grossa e com pouco espaço entre as varas.
Tento olhar o que tinha do outro lado mas a única coisa que consigo ver é que tem outros calabouços, vazios.
Penso em gritar o nome de Alexander, mas isso seria loucura. Ele não poderia estar ali.
_ Alexander!_ Grito mesmo assim.
_ Cecília?_ Alguém sibila ao perguntar se era eu mesma. Será Alexander?
_ Alexander, é você?_ Pergunto entusiasmada.
_ Sim._ Diz ele com a voz falecendo.
_ Você está bem? O que fizeram com você?_ Pergunto aflita.
_ Nada de mais...
_ Tem certeza? Você está mesmo bem?_ Repito a pegunta.
_ Estou bem sim, Ce, e você?
_ Eu estou aflita, queria estar com você. Nem sei a quanto tempo eu não o vejo...
_ Nem eu.
Fiquei um tempo pensando. Será que o deixaram sem comer? Será que o maltrataram e ele nem se lembrava por estar desacordado?
_ Alex..._ Reflito antes de perguntar o que estava na ponta da minha língua._ Você realmente está apaixonado por mim?
Perguntei logo de uma vez, mas percebo que alguém abre a porta de grades de algum calabouço, logo depois abrindo a minha. Um cara de roupão preto carregava Alexander todo machucado com algemas e as mãos para trás com um braço, logo depois pegando-me com o outro após abrir a porta do calabouço onde eu estava.
Alexander estava todo sujo de sangue. Eu não estava presa com algemas, então escorreguei minhas mãos para tentar levantar sua cabeça e vê-lo depois de tanto tempo vendo apenas uma cópia sua, mas o capanga do padastro de Alex segura minhas mãos e as afastam dele.
CONTINUA EM BREVE
_ Vamos pequena, você sabe demais..._ Diz o padrasto de Alexander. Logo depois os morcegos largam o espelho enorme no chão e saem em disparada na minha direção. Começam a rodear-me até eu cair desacordada no chão.
Nem sei quanto tempo já passou, só sei que agora eu estava acordando devagar presa em um calabouço medieval estranho.
As paredes de rochas esponjosas e uma grade grossa e com pouco espaço entre as varas.
Tento olhar o que tinha do outro lado mas a única coisa que consigo ver é que tem outros calabouços, vazios.
Penso em gritar o nome de Alexander, mas isso seria loucura. Ele não poderia estar ali.
_ Alexander!_ Grito mesmo assim.
_ Cecília?_ Alguém sibila ao perguntar se era eu mesma. Será Alexander?
_ Alexander, é você?_ Pergunto entusiasmada.
_ Sim._ Diz ele com a voz falecendo.
_ Você está bem? O que fizeram com você?_ Pergunto aflita.
_ Nada de mais...
_ Tem certeza? Você está mesmo bem?_ Repito a pegunta.
_ Estou bem sim, Ce, e você?
_ Eu estou aflita, queria estar com você. Nem sei a quanto tempo eu não o vejo...
_ Nem eu.
Fiquei um tempo pensando. Será que o deixaram sem comer? Será que o maltrataram e ele nem se lembrava por estar desacordado?
_ Alex..._ Reflito antes de perguntar o que estava na ponta da minha língua._ Você realmente está apaixonado por mim?
Perguntei logo de uma vez, mas percebo que alguém abre a porta de grades de algum calabouço, logo depois abrindo a minha. Um cara de roupão preto carregava Alexander todo machucado com algemas e as mãos para trás com um braço, logo depois pegando-me com o outro após abrir a porta do calabouço onde eu estava.
Alexander estava todo sujo de sangue. Eu não estava presa com algemas, então escorreguei minhas mãos para tentar levantar sua cabeça e vê-lo depois de tanto tempo vendo apenas uma cópia sua, mas o capanga do padastro de Alex segura minhas mãos e as afastam dele.
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terça-feira, 8 de maio de 2012
LIVRO VIRTUAL: Música tema
Bom, estava rodando por aqui no vagalume.com e estava na página inicial. Resolvi ouvir uma música nova do Kanye West... E cheguei a assustar-me de tão impressionada que fiquei!! A música é exatamente a cara do Livro Virtual.
Segue uma parte da letra traduzida:
Estou no bosque, estou me sentindo melancólico
Estou construindo um alambique para parar o tempo
Estou no bosque, estou me sentindo melancólico
Estou construindo um alambique para parar o tempo
Estou no bosque, estou me sentindo melancólico
Estou construindo um alambique para parar o tempo
Depois de uma parte que não tem muita importância, ainda tem essa parte que segue:
Segue uma parte da letra traduzida:
Estou no bosque, estou me sentindo melancólico
Estou construindo um alambique para parar o tempo
Estou no bosque, estou me sentindo melancólico
Estou construindo um alambique para parar o tempo
Estou no bosque, estou me sentindo melancólico
Estou construindo um alambique para parar o tempo
Depois de uma parte que não tem muita importância, ainda tem essa parte que segue:
Estou perdido no mundo, estou me sentindo melancólico
Sou novo na cidade, e estou preparado para a noite
Preparado para a noite
Preparado para a noite
Sou novo na cidade, e estou preparado para a noite
Preparado para a noite
Preparado para a noite
Então eu realmente fiquei glorificada! Tem exatamente tudo a ver com a música. Não vou dizer mais nada do resto da letra que são cenas dos próximos capítulos do livro... xD
Mas se vocês tiverem dificuldade de achar comparação com o livro... Segue algumas explicações:
Phillip se mudou a pouco tempo para Freussa:
Parte da música comparada:
Sou novo na cidade e estou preparado para a noite
Stella e Phillip se perdem num bosque e encontram-se na floresta, perdidos e desamparados:
Parte da música comparada:
Estou no bosque, estou me sentindo melancólico
Obrigada a vocês pelo apoio (:
Estou chegando a trezentas visualizações!!
Recomendo não verem um vídeo com floresta dessa música que está no youtube.com
Se você tiver coragem...
Bjs,
Liv W.
Liv W.
rsrs, *3*
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LIVRO VIRTUAL: Quarto Capítulo # Encontros com animais
Contado por: Stella Flipper #
Segunda-feira, 13 de março de 2010.
Encontrei-me com um urso. Sinceramente foi assustador. Aquele bichano enorme, bem na minha frente. Com os olhos marrons brilhando de fome. O que eu teria para dá-lo de comer? E quem em sabedoria alimentaria um urso?
Corri. Corri o máximo que pude. Quando olhei para trás, não havia mais nada. Mas quando olhei para frente, nem podia acreditar, conter a alegria. Achara um riacho! Encostei-me na sua beira lameada e aproveitei-me de sua água caudalosa. Até que em fim. Afinal, enfrentei um dia inteiro sem água. Foi tanta animação que até cheguei a esquecer-me do urso. Percebi que haviam macieiras, diversas, por toda a beira do riacho. Um golpe de sorte. Cheguei até a agradecer ao urso por fazer-me correr dele. Exatamente na direção que procurara durante todo o dia anterior.
Quinta-feira, 16 de março de 2010.
Ainda dormira três dias seguidos em cima de uma árvore perto daquele riacho. Mas hoje ameaçara chuva. Acordei assutada com um pingo d'água caindo em meu rosto. Teria que marcar um caminho até o rio e procurar algum tipo de caverna ou abrigo adentro daquela floresta.
Cheguei perto de umas rochas e ouvi algum barulho. Pensei ser o urso, mas era só uma raposa que saiu correndo quando avistou-me de longe. Aproximei-me mais ainda da rocha até encontrar uma caverna. Alívio imediato. Entrei e aconcheguei-me. Agora nem lembrava mais de onde deixara minha bicicleta. Mas não queria procurá-la. Estava bem sem ela.
Contado por: Phillip Hastings #
Quarta-feira, 15 de março de 2010.
Perdido. Completamente, definidamente, extremamente perdido. Nem contei quantas vezes eu já passara por aquela mesma árvore.
Sozinho. Deixei Espectrus para trás e agora teria de seguir sozinho. Nem com meu celular eu estava. Nem chamar a polícia eu poderia. Somente seguir o caminho que achasse mais convincente.
Rodeei aquela maldita floresta um dia todo. Já deveriam ser umas seis da noite. E nenhum sinal de comida ou até mesmo água. Até ouvir um canto de pássaros que deixou-me sonolento. Mas eu não podia dormir, tinha de continuar adentrando-me mais e mais naquela floresta.
Até que num instante, fecho meus olhos de repente e encontro-me com um lobo. Bem na minha frente, um lobo áureo e cinzento. Ele uivou para o céu. Olhei para cima vagarosamente tremendo de medo. Era lua cheia. Fiquei tão apavorado que cheguei a correr de costas. Nem vi o caminho então bati em uma árvore de costas e adormeci.
Quinta-feira, 16 de março de 2010.
Acordei com a cabeça doendo e com meu corpo encharcado. Estava chovendo. Ainda assustado. Corri sem direção nem sentido. Os galhos das árvores atrapalhavam-me, mas de qualquer forma queria fugir dali. Sei que o lobo não tinha feito nada para mim, mas de alguma forma aquela parte da floresta ainda assustava-me.
Sigo até encontrar um rio ou riacho, sei lá o que era. Agradeci e comecei a aproveitar-me daquela água fresca enquanto ao mesmo tempo chovia que era uma desgraça.
De repente pego-me chorando e catando algo dentro do riacho. Chorando? Mas por quê? Por que eu estaria chorando?
# CONTINUA EM BREVE
Segunda-feira, 13 de março de 2010.
Encontrei-me com um urso. Sinceramente foi assustador. Aquele bichano enorme, bem na minha frente. Com os olhos marrons brilhando de fome. O que eu teria para dá-lo de comer? E quem em sabedoria alimentaria um urso?
Corri. Corri o máximo que pude. Quando olhei para trás, não havia mais nada. Mas quando olhei para frente, nem podia acreditar, conter a alegria. Achara um riacho! Encostei-me na sua beira lameada e aproveitei-me de sua água caudalosa. Até que em fim. Afinal, enfrentei um dia inteiro sem água. Foi tanta animação que até cheguei a esquecer-me do urso. Percebi que haviam macieiras, diversas, por toda a beira do riacho. Um golpe de sorte. Cheguei até a agradecer ao urso por fazer-me correr dele. Exatamente na direção que procurara durante todo o dia anterior.
Quinta-feira, 16 de março de 2010.
Ainda dormira três dias seguidos em cima de uma árvore perto daquele riacho. Mas hoje ameaçara chuva. Acordei assutada com um pingo d'água caindo em meu rosto. Teria que marcar um caminho até o rio e procurar algum tipo de caverna ou abrigo adentro daquela floresta.
Cheguei perto de umas rochas e ouvi algum barulho. Pensei ser o urso, mas era só uma raposa que saiu correndo quando avistou-me de longe. Aproximei-me mais ainda da rocha até encontrar uma caverna. Alívio imediato. Entrei e aconcheguei-me. Agora nem lembrava mais de onde deixara minha bicicleta. Mas não queria procurá-la. Estava bem sem ela.
Contado por: Phillip Hastings #
Quarta-feira, 15 de março de 2010.
Perdido. Completamente, definidamente, extremamente perdido. Nem contei quantas vezes eu já passara por aquela mesma árvore.
Sozinho. Deixei Espectrus para trás e agora teria de seguir sozinho. Nem com meu celular eu estava. Nem chamar a polícia eu poderia. Somente seguir o caminho que achasse mais convincente.
Rodeei aquela maldita floresta um dia todo. Já deveriam ser umas seis da noite. E nenhum sinal de comida ou até mesmo água. Até ouvir um canto de pássaros que deixou-me sonolento. Mas eu não podia dormir, tinha de continuar adentrando-me mais e mais naquela floresta.
Até que num instante, fecho meus olhos de repente e encontro-me com um lobo. Bem na minha frente, um lobo áureo e cinzento. Ele uivou para o céu. Olhei para cima vagarosamente tremendo de medo. Era lua cheia. Fiquei tão apavorado que cheguei a correr de costas. Nem vi o caminho então bati em uma árvore de costas e adormeci.
Quinta-feira, 16 de março de 2010.
Acordei com a cabeça doendo e com meu corpo encharcado. Estava chovendo. Ainda assustado. Corri sem direção nem sentido. Os galhos das árvores atrapalhavam-me, mas de qualquer forma queria fugir dali. Sei que o lobo não tinha feito nada para mim, mas de alguma forma aquela parte da floresta ainda assustava-me.
Sigo até encontrar um rio ou riacho, sei lá o que era. Agradeci e comecei a aproveitar-me daquela água fresca enquanto ao mesmo tempo chovia que era uma desgraça.
De repente pego-me chorando e catando algo dentro do riacho. Chorando? Mas por quê? Por que eu estaria chorando?
# CONTINUA EM BREVE
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sexta-feira, 4 de maio de 2012
LIVRO VIRTUAL: Terceiro Capítulo # Presa em uma floresta perigosa
Contado por: Stella Flipper #
Domingo, 12 de março de 2010.
Acabara a trilha, não achava mais nenhum caminho marcado. Mas isso já fazia muito tempo para poder voltar atrás. Tentei encontrá-lo de volta, mas agora esse era o menor dos problemas... Minha bicicleta ficou com o pneu furado após passar por um galho espetarrado. Se voltasse, teria que ser andando. Um medo enorme tomou conta de meu corpo. Ele fluía como um pavor imenso corresse por minhas veias. Como voltaria para casa agora? Estaria perdida?
Segui a procura de comida. Só tomara aquele como pequeno de suco de manga, precisava de sustância. Encontrei uma goiabeira no meio da floresta. Perfeito. Peguei umas sete ou oito goiabas e procurei algum lago ou lagoa_ até mesmo um riacho ou um rio_ onde passasse água corrente para lavar as goiabas. Tive sorte de estarem maduras. Mas azar de estarem enfestadas de larvas. As larguei no meio do caminho a procura de um rio.
Parei para descansar. Olhei para meu celular. Sem sinal. A bateria ainda tinha que estar acabando. Assim, se eu encontrasse um local alto onde teria uma mínima possibilidade de ter sinal, acabaria não dando tempo de ligar.
Acolhi-me debaixo de uma árvore. Parecia uma mangueira, mas não estava na época, então não corria risco de levar uma manga na cabeça.
Comecei a relembrar que estava sozinha, no meio da floresta e com um celular que não servia para nada.
Estava perdida. Totalmente, completamente, ligeiramente, incessantemente perdida.
Como conseguiria sair dali? Meus pais já devem estar preocupados... Será que eles colocariam alguns policiais a minha procura?
Não importava. Até que estava tranquila. O sol não estava forte e nem quente de mais. Minhas pernas pegavam alguns raios que não eram o bastante para aquecê-las até incomodar-me.
Fiquei lá por uma ou duas horas. Até chegar umas três da tarde. Levantei-me ressecada. Precisava de água. Mas não bastava qualquer água. Tinha que ser potável.
Fiquei de pé e sai lentamente a procura de água. Cheguei a delirar. Vi uma ou duas vezes uma poça com água. Quase lambi terra pensando ter mesmo uma poça. O bom é que deti a mim mesma.
Acordei de um pesadelo que seria desmaiar no meio daquela floresta. Na verdade, eu desmaiara, mas acordei. E quando percebi, já eram umas seis horas da noite. E a água cada vez parecia mais longe de mim, naquela floresta perigosa e gigantesca.
# CONTINUA EM BREVE
Domingo, 12 de março de 2010.
Acabara a trilha, não achava mais nenhum caminho marcado. Mas isso já fazia muito tempo para poder voltar atrás. Tentei encontrá-lo de volta, mas agora esse era o menor dos problemas... Minha bicicleta ficou com o pneu furado após passar por um galho espetarrado. Se voltasse, teria que ser andando. Um medo enorme tomou conta de meu corpo. Ele fluía como um pavor imenso corresse por minhas veias. Como voltaria para casa agora? Estaria perdida?
Segui a procura de comida. Só tomara aquele como pequeno de suco de manga, precisava de sustância. Encontrei uma goiabeira no meio da floresta. Perfeito. Peguei umas sete ou oito goiabas e procurei algum lago ou lagoa_ até mesmo um riacho ou um rio_ onde passasse água corrente para lavar as goiabas. Tive sorte de estarem maduras. Mas azar de estarem enfestadas de larvas. As larguei no meio do caminho a procura de um rio.
Parei para descansar. Olhei para meu celular. Sem sinal. A bateria ainda tinha que estar acabando. Assim, se eu encontrasse um local alto onde teria uma mínima possibilidade de ter sinal, acabaria não dando tempo de ligar.
Acolhi-me debaixo de uma árvore. Parecia uma mangueira, mas não estava na época, então não corria risco de levar uma manga na cabeça.
Comecei a relembrar que estava sozinha, no meio da floresta e com um celular que não servia para nada.
Estava perdida. Totalmente, completamente, ligeiramente, incessantemente perdida.
Como conseguiria sair dali? Meus pais já devem estar preocupados... Será que eles colocariam alguns policiais a minha procura?
Não importava. Até que estava tranquila. O sol não estava forte e nem quente de mais. Minhas pernas pegavam alguns raios que não eram o bastante para aquecê-las até incomodar-me.
Fiquei lá por uma ou duas horas. Até chegar umas três da tarde. Levantei-me ressecada. Precisava de água. Mas não bastava qualquer água. Tinha que ser potável.
Fiquei de pé e sai lentamente a procura de água. Cheguei a delirar. Vi uma ou duas vezes uma poça com água. Quase lambi terra pensando ter mesmo uma poça. O bom é que deti a mim mesma.
Acordei de um pesadelo que seria desmaiar no meio daquela floresta. Na verdade, eu desmaiara, mas acordei. E quando percebi, já eram umas seis horas da noite. E a água cada vez parecia mais longe de mim, naquela floresta perigosa e gigantesca.
# CONTINUA EM BREVE
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LIVRO VIRTUAL
Quando o desespero se aproxima
_ Ruth Maria Gonzales._ Diz Julio._ Nome pequenino para uma dama de tanto porte, não?
Ruth vira a cara.
_ Não é culpa minha ter uma família desorganizada..._ Lamenta ela com os braços cruzados.
_ Não é mesmo culpa sua ter uma mãe vadia.
Ruth se revolta e tenta enforcar Julio com as mãos bem apertadas ao seu pescoço.
_ Para, Ruth!_ Chega Alejandro por de trás de Ruth e tenta lentamente remover suas mãos com unhas vermelhas do pescoço flácido de Julio.
_ Vocês não me entendem..._ Lamenta Ruth caindo no peitoril de Alejandro.
Começa a trovejar lá fora ligeiramente igual a quando Ruth começa a chorar.
_ Ruth, queridinha..._ Ri alto, Julio.
Alejandro coloca o dedo indicador em frente a boca e sibila um "shh".
_ Ele não me entende, Alejandro..._ Completa Ruth, tentando pegar por entre os braços de Alejandro que a envolviam, um braço de Julio.
O tempo lá fora piorava a cada segundo em que Julio incomodava mais Ruth.
_ Julio, estou falando sério._ Sussurra para Julio, Alejandro._ Não mecha mais com ela.
Ruth fecha os olhos e cai em sono profundo. Alejandro a pega no colo e leva até o segundo andar da casa daqueles irmãos.
_ Qual o seu interesse com essa menininha?_ Pergunta a Alejandro, Julio.
_ Nada de mais, só sei que ela tem algo de especial.
_ Como você pode ver algo de especial em uma prostituta?
_ Você não pode dá-la um futuro se ela...
_ Ainda nem terminou o colegial._ Completa Julio.
_ Não, Julio._ Diz Alejandro enquanto posiciona Ruth, ainda sonolenta em sua cama.
_ Então é o quê? Hein? Ela sempre vem aqui depois da escola..._ Retruca Julio.
_ Ela gosta de mim, só isso. Não é defeito se apaixonar.
_ Tá, né, se você pensa assim..._ Diz Julio enquanto vira as costas para o irmão mais velho e se retira do quarto.
Alejandro sentou ao lado de Ruth na cama e começou a encaracolar suas "maria chiquinhas" altas.
Ele percebera que ela estava acordando. Quando viu seus olhos com lágrimas de sangue, afastou-se rapidamente.
_ Não afaste-se, Alejandro._ Diz com voz fraca, Ruth._ A ti, nenhum mal farei.
_ Nem a meu irmão._ Completa rapidamente, Alejandro.
_ Irá contrariar-me?_ Pergunta ferozmente Ruth enquanto se levantava da cama.
Alejandro continuava agarrado a estante de livros atrás dele.
_ Ruth..._ Sibila com medo, Alejandro.
Ela vira a cabeça para a esquerda, como um zumbi. Alejandro arranca um livro da estante e o lança em direção a Ruth, que permanecia intacta até de repente ir em direção a Alejandro em forma de ataque. Alejandro se esquia para a direita e foge do quarto aos prantos.
_ Julio! Julio!_ Grita em direção ao quarto de Julio, Alejandro.
Alejandro dobra a esquerda e empurra a porta do quarto de Julio.
_ Julio..._ Pausa para respirar._ Acorde, tem algo de errado com Ruth. Precisamos fugir.
Julio retira correndo a colcha que o cobria e põe seus pés em seu chinelo.
De repente quando Alejandro olha para a porta, Ruth estava ali. Com os olhos sangrando incessantemente enquanto ia em direção dos dois.
_ Meu sangue..._ Sibila Ruth._ Preciso de sangue, estou perdendo sangue.
_ Ruth... Eu não sei o que está havendo com você._ Diz Alejandro enquanto protege Julio atrás dele.
_ Só acontece quando alguém contraria-me. Não vou machucá-lo, Alejandro, só vou acabar com Julio._ Apavoriza os dois irmãos, Ruth.
_ Eu não deixarei você pegar o Julio!_ Alejandro grita irritado.
Ruth ataca Julio sem Alejandro perceber e quando ele olha, Julio já está caído morto no chão.
_ Por quê?_ Cai no chão ao lado do irmão, Alejandro._ Eu te ajudei, eu te dei muita coisa para isso!
_ Ele merecia._ Diz Ruth repleta de sangue da cabeça aos pés.
_ Eu sei que ele te irritava, mas ele não fazia por mal..._ Quando Alejandro completa a frase, Ruth, mais forte do que nunca, pega Alejandro pelo colo e foge pela janela.
NUNCA MAIS VIRAM ALEJANDRO. JULIO FOI ENCONTRADO MORTO E AS ANÁLISES DE CORPO DELITO NÃO DERAM NENHUMA CAUSA COMUM DE MORTE.
Ruth vira a cara.
_ Não é culpa minha ter uma família desorganizada..._ Lamenta ela com os braços cruzados.
_ Não é mesmo culpa sua ter uma mãe vadia.
Ruth se revolta e tenta enforcar Julio com as mãos bem apertadas ao seu pescoço.
_ Para, Ruth!_ Chega Alejandro por de trás de Ruth e tenta lentamente remover suas mãos com unhas vermelhas do pescoço flácido de Julio.
_ Vocês não me entendem..._ Lamenta Ruth caindo no peitoril de Alejandro.
Começa a trovejar lá fora ligeiramente igual a quando Ruth começa a chorar.
_ Ruth, queridinha..._ Ri alto, Julio.
Alejandro coloca o dedo indicador em frente a boca e sibila um "shh".
_ Ele não me entende, Alejandro..._ Completa Ruth, tentando pegar por entre os braços de Alejandro que a envolviam, um braço de Julio.
O tempo lá fora piorava a cada segundo em que Julio incomodava mais Ruth.
_ Julio, estou falando sério._ Sussurra para Julio, Alejandro._ Não mecha mais com ela.
Ruth fecha os olhos e cai em sono profundo. Alejandro a pega no colo e leva até o segundo andar da casa daqueles irmãos.
_ Qual o seu interesse com essa menininha?_ Pergunta a Alejandro, Julio.
_ Nada de mais, só sei que ela tem algo de especial.
_ Como você pode ver algo de especial em uma prostituta?
_ Você não pode dá-la um futuro se ela...
_ Ainda nem terminou o colegial._ Completa Julio.
_ Não, Julio._ Diz Alejandro enquanto posiciona Ruth, ainda sonolenta em sua cama.
_ Então é o quê? Hein? Ela sempre vem aqui depois da escola..._ Retruca Julio.
_ Ela gosta de mim, só isso. Não é defeito se apaixonar.
_ Tá, né, se você pensa assim..._ Diz Julio enquanto vira as costas para o irmão mais velho e se retira do quarto.
Alejandro sentou ao lado de Ruth na cama e começou a encaracolar suas "maria chiquinhas" altas.
Ele percebera que ela estava acordando. Quando viu seus olhos com lágrimas de sangue, afastou-se rapidamente.
_ Não afaste-se, Alejandro._ Diz com voz fraca, Ruth._ A ti, nenhum mal farei.
_ Nem a meu irmão._ Completa rapidamente, Alejandro.
_ Irá contrariar-me?_ Pergunta ferozmente Ruth enquanto se levantava da cama.
Alejandro continuava agarrado a estante de livros atrás dele.
_ Ruth..._ Sibila com medo, Alejandro.
Ela vira a cabeça para a esquerda, como um zumbi. Alejandro arranca um livro da estante e o lança em direção a Ruth, que permanecia intacta até de repente ir em direção a Alejandro em forma de ataque. Alejandro se esquia para a direita e foge do quarto aos prantos.
_ Julio! Julio!_ Grita em direção ao quarto de Julio, Alejandro.
Alejandro dobra a esquerda e empurra a porta do quarto de Julio.
_ Julio..._ Pausa para respirar._ Acorde, tem algo de errado com Ruth. Precisamos fugir.
Julio retira correndo a colcha que o cobria e põe seus pés em seu chinelo.
De repente quando Alejandro olha para a porta, Ruth estava ali. Com os olhos sangrando incessantemente enquanto ia em direção dos dois.
_ Meu sangue..._ Sibila Ruth._ Preciso de sangue, estou perdendo sangue.
_ Ruth... Eu não sei o que está havendo com você._ Diz Alejandro enquanto protege Julio atrás dele.
_ Só acontece quando alguém contraria-me. Não vou machucá-lo, Alejandro, só vou acabar com Julio._ Apavoriza os dois irmãos, Ruth.
_ Eu não deixarei você pegar o Julio!_ Alejandro grita irritado.
Ruth ataca Julio sem Alejandro perceber e quando ele olha, Julio já está caído morto no chão.
_ Por quê?_ Cai no chão ao lado do irmão, Alejandro._ Eu te ajudei, eu te dei muita coisa para isso!
_ Ele merecia._ Diz Ruth repleta de sangue da cabeça aos pés.
_ Eu sei que ele te irritava, mas ele não fazia por mal..._ Quando Alejandro completa a frase, Ruth, mais forte do que nunca, pega Alejandro pelo colo e foge pela janela.
NUNCA MAIS VIRAM ALEJANDRO. JULIO FOI ENCONTRADO MORTO E AS ANÁLISES DE CORPO DELITO NÃO DERAM NENHUMA CAUSA COMUM DE MORTE.
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